sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Choro de mulher...

choro de mulher
"Um garotinho perguntou à sua mãe:
- Mamãe, por que você está chorando?
E ela respondeu: Porque sou mulher...
- Mas... eu não entendo.
A mãe se inclinou para ele, abraçou-o e disse:
- Meu amor, você jamais irá entender!...
Mais tarde o menininho perguntou ao pai:
- Papai, por que mamãe às vezes chora, sem motivo?
O homem respondeu: - Todas as mulheres sempre choram sem nenhum motivo.... Era tudo o que o pai era capaz de responder.
O garotinho cresceu e se tornou um homem.
E, de vez em quando, fazia a mesma pergunta:
- Por que será que as mulheres choram, sem ter motivo para isso?
Certo dia esse homem se ajoelhou e perguntou a Deus:
-Senhor, diga-me... Por que as mulheres choram com tanta facilidade
E Deus lhe disse: - Quando eu criei a mulher, tinha de fazer algo muito especial.
Fiz seus ombros suficientemente fortes, capazes de suportar o peso do mundo inteiro... Porém suficientemente suaves para confortá-lo!
- Dei a ela uma imensa força interior, para que pudesse suportar as dores da maternidade e também o desprezo que muitas vezes provém de seus próprios filhos!
- Dei-lhe a fortaleza que lhe permite continuar sempre a cuidar da sua família, sem se queixar, apesar das enfermidades e do cansaço, até mesmo quando outros entregam os pontos!
- Dei-lhe sensibilidade para amar seus filhos, em qualquer circunstância, mesmo quando esses filhos a tenham magoado muito ... Essa sensibilidade lhe permite afugentar qualquer tristeza, choro ou sofrimento da criança, e compartilhar as ansiedades, dúvidas e medos da adolescência!
Porém, para que possa suportar tudo isso, Meu filho... Eu lhe dei as lágrimas, e são exclusivamente suas, para usá-las quando precisar. Ao derramá-las, a mulher verte em cada lágrima um pouquinho de amor. Essas gotas de amor desvanecem no ar e salvam a humanidade!
O homem respondeu com um profundo suspiro... - Agora eu compreendo o sentimento de minha mãe, de minha irmã, de minha esposa...
- Obrigado, Meu Deus, por teres criado a mulher."

"Autor desconhecido"

09/08 - Mulheres do campo e da floresta e governo federal debatem entrega e operação de unidades móveis adquiridas pela SPM

                                                                                                           
                       
Fórum Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres do Campo e da Floresta recomenda a criação de instâncias estaduais para planejar ações de veículos no interior do país para prestar serviços às mulheres
Participação e monitoramento dos serviços prestados pelas 54 Unidades Móveis para Mulheres em Situação de Violência no interior do país. Esse é o posicionamento de lideranças do movimento de mulheres do campo e da floresta e do governo federal em relação aos veículos recém-adquiridos pela Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR), em atendimento à reivindicação da Marcha das Margaridas. 
O primeiro deles será entregue pela ministra Eleonora Menicucci, da SPM, nesta sexta-feira (09/08), em Alagoa Grande (PB), durante atos em homenagem à memória de Margarida Maria Alves - sindicalista e trabalhadora rural assinada, há 30 anos, cujo crime continua impune. Cada unidade da federação receberá dois ônibus que percorrerão áreas rurais para atender as mulheres.
Reunidas em Brasília, nos dias 5 e 6 de agosto, as integrantes do Fórum Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres do Campo e da Floresta, composto pelo governo federal e por movimentos sociais, recomendaram a criação de instâncias estaduais para atuarem na fiscalização e na avaliação da implantação dos serviços. 
De acordo com a secretária nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres da SPM, Aparecida Gonçalves, existem desafios para a plena implementação e funcionamento das unidades móveis. Dentre eles estão, a realidade de cada estado e Distrito Federal (DF), que apresentam diferenciadas estrutura, organização, intersetorialização, articulação e mobilização. 
“Esta ação precisa ser registrada como uma das primeiras políticas públicas de enfrentamento à violência específica para as mulheres do campo e da floresta”, apontou a secretária Aparecida Gonçalves. Ela alertou para o processo de criação dos fóruns estaduais, os quais dependem da capacidade de mobilização dos movimentos sociais e da competência executiva dos governos federal, estaduais e municipais.
As representantes dos movimentos sociais com assento no Fórum compartilharam experiências sobre os desafios que as mulheres do campo e da floresta têm para conseguir atendimento quando vítimas de violência.
“As unidades móveis são um ganho extraordinário, mas temos de ver qual a nossa próxima prioridade, o que queremos transformar em política pública”, declarou Sandra Monteiro, representante do Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu (MIQCB).
Gestão participativa - Para a secretária-adjunta de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres da SPM, Rosangela Rigo, as unidades móveis vão ajudar a criar um debate sobre enfrentamento à violência contra as mulheres no campo e na floresta. “Os governos estaduais e municipais, junto com o movimento organizado de mulheres, decidirão as localidades que receberão os veículos”, declarou. Rigo salientou que a entrega dos veículos deverá ser acompanhada de um plano de ação com municípios e movimentos sociais.
A assessora especial da SPM para as Questões do Campo e da Floresta, Raimundinha de Mascena, reiterou que os debates que ocorrem no âmbito do Fórum Nacional precisam chegar aos estados. “Este governo quer chegar até a mulher vítima de violência, tratar as mulheres em cada uma de suas especificidades”, afirmou.
Nos dois dias de reunião, as integrantes do Fórum Nacional puderam conhecer com mais detalhes o programa ‘Mulher, Viver sem Violência’, em especial a proposta de ampliação no número de núcleos de fronteira. Serão mais seis unidades em Bonfim (RR), Brasiléia (AC), Corumbá (MS), Jaguarão (RS), Ponta Porã (MS) e Santana do Livramento (RS).  Atualmente, já existem três núcleos - Foz do Iguaçu (PR), Oiapoque (AP) e Pacaraima (RR) – que serão fortalecidos e terão serviços ampliados.
Margaridas – As Unidades Móveis para Mulheres em Situação de Violência foram anunciadas pela presidenta da República, Dilma Rousseff, em agosto de 2011, no âmbito da IV Marcha das Margaridas. Na ocasião, 70 mil mulheres do campo e da floresta se mobilizaram em Brasília.
O objetivo desta ação é implantar um modelo de atendimento multidisciplinar, composto por profissionais das áreas de serviço social, psicologia, atendimento jurídico e segurança pública. Isso permite a interação efetiva dos diversos serviços, a orientação adequada e humanizada e, principalmente, o acesso das mulheres que vivem no campo e na floresta aos serviços da Rede de Atendimento à Mulher em situação de Violência.
Participaram da reunião do Fórum Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres do Campo e da Floresta: a Federação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura (Fetraf), o Movimento da Mulher Trabalhadora Rural do Nordeste (MMTR-NE), o Movimento de Mulheres Camponesas (MMC), a Marcha Mundial das Mulheres (MMM), o Movimento Articulado das Mulheres da Amazônia (MAMA), o Conselho Nacional dos Seringueiros (CNS), o Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu (MIQCB) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag).
O governo federal esteve representado pela SPM, pelos ministérios do Meio Ambiente (MMA), da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), da Saúde (MS), do Desenvolvimento Agrário (MDA), pela Secretaria-Geral e pela Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir).
Comunicação Social
Secretaria de Políticas para as Mulheres – SPM
Presidência da República – PR

Governo pactua criação de novos Organismos Municipais de Políticas para as Mulheres

O Governo do Povo do Acre acredita e defende uma sociedade igualitária, na qual as diferenças são respeitadas e as mulheres, reconhecidas, por meio de políticas públicas específicas. Esse compromisso fez com que o governador Tião Viana intuísse no seu primeiro ano de mandato, 2011, a Secretaria de Estado de Políticas para as Mulheres (SEPMulheres), organismo responsável pela implementação, execução e articulação de ações de gênero.
Um dos desafios da SEPMulheres é a criação de bases estruturantes para consolidar uma política estadual de defesa dos direitos das acreanas, baseadas no Plano Nacional de Políticas para as Mulheres, Pacto Nacional de Enfretamento à Violência contra a Mulher e nas Conferências Municipais e Estadual de Gênero. Com esse intuito, a coordenadora de Interiorização da Política de Gênero da SEPMulheres, Neuda Muniz, acompanhada da representante do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher (CEDIM/AC), Márcia Costa, visitou durante o mês de julho os municípios de Acrelandia, Plácido de Castro, Brasileia, Cruzeiro do Sul, Marechal Thaumaturgo, Porto Walter, Tarauacá, Jordão e Santa Rosa do Purus.
As visitas renderam reuniões e plenárias com as autoridades locais e a sociedade civil organizada. Os prefeitos, vereadores e ativistas dos movimentos sociais de mulheres dos tais municípios, que ainda não possuem Organismos de Políticas de Gênero, puderam discutir sobre a criação e implementação das Coordenadorias Municipais da Mulher e do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, previstos no projeto "Consolidação das Políticas para as Mulheres do Estado do Acre", financiado pela Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, através do convênio 204-2011/SPM.
O convênio assegura um repasse de equipamento para os Organismos Municipais de Políticas de Gênero, além de ser um estímulo para que os vereadores aprovem a Lei de Criação das Coordenadorias e dos Conselhos, e assim os prefeitos possam sancioná-las. “A SEPMulheres continuará executando e acompanhando as políticas de gênero nesses municípios. Esse será um trabalho de parceria entre o governo do Estado e as prefeituras”, enfatizou a coordenadora da SEPMulheres, Neuda Muniz.
Para a conselheira do CEDIM/AC, Márcia Costa, é fundamental que os prefeitos e vereadores lembrem-se de que a consolidação de Organismos Municipais de Gênero é uma reivindicação de todas as acreanas. “Essa demanda saiu de dentro das Conferências Municipais e Estadual de Gênero. Estamos apenas reproduzindo o desejo das acreanas”, afirmou.
Segundo o prefeito do Jordão, Elson Farias, dar continuidade aos avanços nas causas de gênero é um compromisso de sua gestão. “Tenham certeza de que criaremos todos os mecanismos possíveis para que as leis de criação sejam aprovadas e os organismos, implementados em nosso município”, disse. Já a vice-prefeita de Porto Walter, Nagilda Souza, agradeceu a ida da SEPMulheres e assegurou a parceria entre a prefeitura e o Estado. “Tudo referente ao avanço da classe feminina nós apoiamos, e com certeza os nossos vereadores também apoiam”, ressaltou.
O futuro chegou

Francisca das Chagas Lustosa, parteira tradicional de Porto Walter, fez questão de participar da plenária que discutia a criação de Organismo de Políticas de Gênero. “Estou muito feliz em fazer parte da mesa de autoridades desta plenária. Quando ficamos mais velhas, são poucas as pessoas que reconhecem o nosso papel. Estou vivendo o futuro, pois há muito tempo sonhava com o dia em que as mulheres teriam direito de decidir suas vidas e de abrir a boca”, conta, emocionada.
Parteira desde os 26 anos de idade, há 43 exerce a profissão, que ela prefere chamar de "dom de Deus". “Quando peguei meu primeiro menino, nunca tinha nem visto um parto na minha vida. Fiz tudo direitinho, isso só pode ser um dom que Deus me deu”, disse a liderança feminina de Porto Walter, que para registro de cunho pessoal anota em uma caderneta a data, hora e nome das mães dos bebês do qual protagonizou os partos.
De acordo com a gestora da SEPMulheres, Concita Maia, os Organismos Municipais de Políticas para as Mulheres serão  essenciais para o fortalecimento histórico cultural de lideranças como Francisca. “Precisamos implementar políticas públicas afirmativas para as nossas mulheres, e isso representa também o reconhecimento a essas detentoras da sabedoria popular e da medicina da floresta”, afirmou.
Capacitações em Gênero
A proposta acordada entre as câmaras de vereadores, prefeitos, CEDIM/AC e a SEPMulheres é de que até o fim de agosto todos os municípios visitados já tenham em sua estrutura administrativa e aprovados em Lei a Coordenação de Políticas para as Mulheres e o Conselho dos Direitos para a Mulher.
De acordo com o cronograma da SEPMulheres, os mesmos municípios serão visitados no mês de setembro, dessa vez para  ser realizada a capacitação das gestoras municipais que ficarão a frente dos organismo. Em março de 2014, Rio Branco sediará o Encontro Estadual das Gestoras de Gênero, evento para a avaliação da política específica para as mulheres no Estado.
08/08/2013 - 17:00 Maria Meirelles (Assessoria SEPMulheres)

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Iniciativa reforçará ações de combate à violência contra as mulheres


Programa para reforçar políticas públicas de enfrentamento à violência contra as mulheres é lançado nesta quarta-feira (13)
A resposta do governo federal para a violência contra as mulheres será mais forte, integrada e humanizada. Essas são as características do Mulher: Viver sem Violência, programa  a ser anunciado na quarta-feira (13), às 10h, no Palácio do Planalto. A solenidade será conduzida pela presidenta da República, Dilma Rousseff, e pela ministra Eleonora Menicucci, da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR).
A iniciativa visa integrar os serviços públicos – grande parte criada e mantida pelo Pacto Nacional pelo Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, coordenado pela SPM – e organizar o atendimento humanizado às vítimas. Está prevista a cooperação técnica entre o governo federal e o poder Judiciário, a Defensoria Pública e o Ministério Público.

Na ocasião, serão apresentadas ações para os centros de atendimento a mulheres em áreas de fronteira e campanhas educativas e de utilidade pública para prevenção e enfrentamento à violência. São aguardadas autoridades dos três poderes, governadoras e governadores e representações da sociedade civil.
Em alusão ao Dia Internacional da Mulher, será entregue o prêmio Mulheres Rurais que Produzem o Brasil Sustentável, promovido pela SPM e parceiros, a grupos e organizações produtivas que tenham se destacado no fortalecimento da sustentabilidade em condições de segurança e soberania alimentar.
Violência contra a mulher
A violência contra as mulheres é sofrida em todas as fases da vida. Muitas vezes ela se inicia ainda na infância e acontece em todas as classes sociais. A violência cometida contra mulheres no âmbito doméstico e a violência sexual são fenômenos sociais e culturais ainda cercados pelo silêncio e pela dor. Políticas públicas específicas que incluem a prevenção e a atenção integral são fatores que podem proporcionar o empoderamento, ou seja, o fortalecimento das práticas autopositivas e do coletivo feminino no enfrentamento da violência no Brasil. 
A violência contra a mulher é referida de diversas formas desde a década de 50. Designada como violência intrafamiliar na metade do século XX, vinte anos depois passa a ser referida como violência contra a mulher. Nos anos 80, é denominada como violência doméstica e, na década de 90, os estudos passam a tratar essas relações de poder, em que a mulher em qualquer faixa etária é submetida e subjugada, como violência de gênero.

Com 7 anos em vigor, Lei Maria da Penha pune a violência doméstica

Pesquisa mostra que após sete anos de vigência da lei, 86% das mulheres começaram a denunciar os maus-tratos que sofrem

A lei Maria da Penha, criada para punir com rigor as agressões contra as mulheres, completou 7 anos nesta quarta-feira (7). Desde a sua criação, as denúncias de violência doméstica vem sendo incentivadas e os mecanismos de sua aplicação amplamente discutidos. Pesquisa feita pelo Instituto Patrícia Galvão e Data Popular, divulgada nessa semana, mostra que após sete anos de vigência da lei, 86% das mulheres começaram a denunciar os maus-tratos que sofrem. Os dados divulgados também mostraram que 98% dos entrevistados conhecem a Lei.


No aniversário da Lei, representantes se reuniram na 7° Jornada Lei Maria da Penha, organizada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e debateram as ações do governo federal e o sistema de justiça por métodos mais eficazes de aplicação da norma. O encontro também visou fomentar o combate à violência doméstica e familiar.
No evento, a ministra da Secretaria de Políticas para Mulheres, Eleonora Menicucci, destacou a importância da denúncia para a efetividade da lei e a punição aos agressores que cometem violência contra as mulheres. “Se não denunciar, não existe crime. Quero aqui chamar as mulheres para denunciar a violência contra qualquer mulher, criança ou adolescente”, afirmou.
Segundo a ministra, a lei Maria da Penha funciona por vários motivos. “O primeiro é que dá cadeia.  E o segundo é que, hoje, mexe na conta bancária do agressor, que tem que ressarcir a União sobre todo valor que é pago aos dependentes da mulher em caso de morte”, explica.

Pesquisa

Realizada pelo Data Popular e o Instituto Patrícia Galvão, a Pesquisa Percepção da sociedade sobre violência e assassinato de mulheres, lançada em agosto, realizou 1.501 entrevistas com homens e mulheres maiores de 18 anos, em 100 municípios de todas as regiões do país, entre os dias 10 e 18 de maio deste ano.
Os dados revelam ainda que o problema está presente no cotidiano da maior parte dos brasileiros: entre os entrevistados, de ambos os sexos e todas as classes sociais, 54% conhecem uma mulher que já foi agredida por um parceiro e 56% conhecem um homem que já agrediu uma parceira. E 69% afirmaram acreditar que a violência contra a mulher não ocorre apenas em famílias pobres.
Acesse a pesquisa na íntegra aqui.

Outros números

Os dados atualizados do Mapa da Violência 2012: Homicídio de Mulheres no Brasil, apontam que é principalmente no ambiente doméstico que ocorrem as situações de violência contra a mulher. A taxa de ocorrência no ambiente doméstico é 71,8%, enquanto em vias públicas é 15,6%.
A violência física contra a mulher é predominante (44,2%), seguida da psicológica (20,8%) e da sexual (12,2%). No caso das vítimas que têm entre 20 e 50 anos de idade, o parceiro é o principal agente da violência física. Já nos casos em que as vítimas têm até nove anos de idade e a partir dos 60 anos, os pais e filhos são, respectivamente, os principais agressores, de acordo com dados do Mapa da Violência.

Lei Maria da Penha

Criada a seis anos, a Lei 11.340/2006 cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, além de promover a discriminação contra as mulheres, prevenir, punir agressores e erradicar a violência.
A lei é chamada de Lei Maria da Penha em homenagem a ativista que, em 1983, por duas vezes, sofreu tentativa de assassinato por parte do então marido. Na primeira vez, por arma de fogo e, na segunda, por eletrocussão e afogamento. As tentativas de homicídio resultaram em lesões irreversíveis à sua saúde, como paraplegia e outras sequelas. Atualmente, ela recebe aposentadoria por invalidez do INSS.
A Lei Maria da Lei Maria da Penha - sancionada em 7 de agosto de 2006 - é reconhecida pelas Nações Unidas como uma das três melhores legislações no mundo no enfrentamento à violência contra as mulheres. 

Central de Atendimento à Mulher

A Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180 é um serviço de utilidade pública que orienta as mulheres em situação de violência sobre seus direitos, com o intuito de prestar acolhida nessas situações e prestar informações sobre onde podem recorrer caso sofram algum tipo de violência. O atendimento funciona 24 horas, todos os dias da semana, inclusive finais de semana e feriados. São aceitas ligações de celular pré-pago mesmo sem crédito/recarga.
 
Fonte:
 


sábado, 27 de abril de 2013

A REMUT CONVIDA PARTICIPAR DA GRANDE CAMINHA HOJE AS 17:30 DIA 07 DE MARÇO DE 2013

VENHA PARTICIPAR DA GRANDE CAMINHA HOJE AS 17:30 EM DEFESA DAS MULHERES ENFRENTE A PREFEITURA, NÃO FALTE SUA PRESENÇA E DE FUNDAMENTAL IMPORTÂNCIA, O GRUPO DE APOIO AS MULHERES TARAUACAENSE AGRADECE. 


quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

A Remut (Reide de Mulheres de Tarauacá se manifestam para as comemorações do dia internacional da mulher.


A Reide de mulheres de Tarauacá se reúne para organizar os festejos de comemoração do dia 08 de março, dia internacional da mulher, onde irá acontecer vários momentos em homenagem as mulheres tarauacaenses.