sábado, 23 de agosto de 2014

AS MULHERES ADEREM AO MOVIMENTO DE MULHERES

O Movimento Rede de Mulheres de Tarauacá – REMUT, tendo com presidenta a Socorro Nery realizou nesta sexta feira (22), uma reunião para debater a seguinte pauta: A formação da Nova diretoria, apresentação das ações do movimento e o ingresso das novas integrantes e colaboradoras no movimento de mulheres.


Socorro Nery falou sobre a importância da união e a participação das mulheres no movimento.” Precisamos  alimentar os corações de nossas amigas,fazer com que  elas compreendam que o movimento de mulheres é uma organização de valorização da mulher na sociedade,precisamos desmistificar o preconceito contra as mulheres em todas as áreas,já conquistamos muito nosso espaço na sociedade,mas é necessário fortalecer os vínculos com união e participação conquistaremos muito mais.”



Socorro fez um resumo das ações que o movimento realizou e outras que  esteve  junto na luta pelos seus direitos  e destacou um que na qual ela considera importantíssimo  para as mulheres de Tarauacá que foi o Conselho Municipal do Direito da Mulher,tendo como Presidenta Rosa Nery,que é uma das pioneiras da REMUT. A mesma destacou a colaboração do prefeito Dr. Rodrigo Damasceno que segundo Socorro Nery também abraçou a causa das mulheres, atendendo as reivindicações dos movimentos, quando sancionou a lei para o Conselho Municipal ele fez questão que os  movimentos de mulheres  estivessem  presente comemorando a conquista.
Socorro Nery foi reeleita por mais dois anos como presidenta do movimento da REMUT, ela as integrantes do movimento de mulheres vem desenvolvendo um trabalho intensivo de prevenção e enfrentamento a violência doméstica no município de Tarauacá. A REMUT lançou um programa na rádio AM chamado MULHERES EM SINTONIA. Na ocasião foi realizado o cadastramento das novas integrantes ao movimento: A professora Salete Pontes, Alberlândia Magalhães, Kátia Albuquerque, Maria Antonia, Brasilina, Raimunda Augusto, Leuda Farias,Valda, Lúcia Nery, Dona Delzuite e Edna Yawanawa.Socorro Nery disse”  A felicidade que contagia meu coração neste momento,só Deus pode explicar,não é fácil desenvolver esse trabalho,assim como as pessoas que necessitam de uma ajuda de uma mão amiga, somos nós mulheres de movimento,precisamos está tocando o coração das pessoas para nos ajudar e hoje ver vocês abraçando nossa causa,juntando ao nosso time,fortalecendo ainda mais o movimento só a Deus primeiramente e a vocês.” Ainda acrescentou temos mulheres aguerridas: Maria Bento, Silvania Farias,Sara Coelho,Deigue Torquato,Rosemista,,Orleana,Rosa Nery, Lúcia Nery,Terezinha Veras ,Maria José,Martonia  e tantas outras que estão enganjadas na luta das mulheres de Tarauacá.

Socorro agradeceu a presença de todas as margaridas que estavam na reunião e que agregam ao movimento de mulheres.






sexta-feira, 22 de agosto de 2014

REMUT LANÇA EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA ASSEMBLÉIA





EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA PARA ELEIÇÃO DA DIRETORIA DO MOVIMENTO DE MULHERES DE TARAUACÁ- REMUT  


                       O Movimento Rede de Mulheres de Tarauacá- REMUT através de sua Diretoria Executiva, devidamente representada por sua Presidenta a Srª.  Maria do Perpétuo Socorro de Jesus Araújo CONVOCA através do presente edital, todas as participantes do Movimento Rede de Mulheres de Tarauacá, para Assembléia Geral Ordinária, que será realizada às 16h30min horas, do dia 22 de agosto de 2014, com a seguinte ordem do dia:

1.     Eleição da Diretoria do Movimento Rede de Mulheres de Tarauacá- REMUT.
2.     Cadastramento de novas filiadas ao movimento de mulheres.





Tarauacá AC, 18 de agosto de 2014.


Maria do Perpétuo Socorro de Jesus Araújo
(Presidente da REMUT)




quinta-feira, 21 de agosto de 2014

REMUT LANÇA PROGRAMA MULHERES EM SINTONIA


Nesta quarta feira ás 20 hs, Rosa Nery e eu tivemos a honra de sermos entrevistadas pelo nosso glorioso radialista Antonio Alves. O assunto em pauta era o Movimento Rede de mulheres - REMUT e o lançamento de um Programa no rádio AM registrado como: MULHERES EM SINTONIA.Objetivo do programa é levar informação,entretenimento para as pessoas em especial as mulheres com uma diversidades de temas a serem abordados.

                     RADIALISTA ANTONIO ALVES,SOCORRO NERY E ROSA NERY




O Programa abordará varias temáticas  Saúde ,Educação,família ,temas que estão relacionados a vida das mulheres,desenvolvendo um trabalho informativo e preventivo,quanto á violência domestica ,lei Maria da Penha dentre outros.....













quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Lei Maria da Penha completa 8 anos

             
                      LEI MARIA DA PENHA COMPLETA 8 ANOS

 A  Lei n° 11340/2006 batizada  como Lei Maria da Penha completa 8 anos nesta quinta feira 07/08/2014.Cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, nos termos do § 8o do art. 226 da Constituição Federal, da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres e da Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher; dispõe sobre a criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher; altera o Código de Processo Penal, o Código Penal e a Lei de Execução Penal; e dá outras providências.
 A Lei Maria da Penha estabelece que todo o caso de violência doméstica e intrafamiliar é crime, deve ser apurado através de inquérito policial e ser remetido ao Ministério Público. Esses crimes são julgados nos Juizados Especializados de Violência Doméstica contra a Mulher, criados a partir dessa legislação, ou, nas cidades em que ainda não existem, nas Varas Criminais.
A lei também tipifica as situações de violência doméstica, proíbe a aplicação de penas pecuniárias aos agressores, amplia a pena de um para até três anos de prisão e determina o encaminhamento das mulheres em situação de violência, assim como de seus dependentes, a programas e serviços de proteção e de assistência social. A Lei n. 11.340, sancionada em 7 de agosto de 2006, passou a ser chamada Lei Maria da Penha em homenagem à mulher cujo marido tentou matá-la duas vezes e que desde então se dedica à causa do combate à violência contra as mulheres.

Principais inovações da Lei Maria da Penha

Os mecanismos da Lei:
• Tipifica e define a violência doméstica e familiar contra a mulher.
• Estabelece as formas da violência doméstica contra a mulher como física, psicológica, sexual, patrimonial e moral.
• Determina que a violência doméstica contra a mulher independe de sua orientação sexual.
• Determina que a mulher somente poderá renunciar à denúncia perante o juiz. 
• Ficam proibidas as penas pecuniárias (pagamento de multas ou cestas básicas).
• Retira dos juizados especiais criminais (Lei n. 9.099/95) a competência para julgar os crimes de violência doméstica contra a mulher.
• Altera o Código de Processo Penal para possibilitar ao juiz a decretação da prisão preventiva quando houver riscos à integridade física ou psicológica da mulher.
• Altera a lei de execuções penais para permitir ao juiz que determine o comparecimento obrigatório do agressor a programas de recuperação e reeducação. 
• Determina a criação de juizados especiais de violência doméstica e familiar contra a mulher com competência cível e criminal para abranger as questões de família decorrentes da violência contra a mulher. 
• Caso a violência doméstica seja cometida contra mulher com deficiência, a pena será aumentada em um terço.
A autoridade policial:
• A lei prevê um capítulo específico para o atendimento pela autoridade policial para os casos de violência doméstica contra a mulher.
• Permite prender o agressor em flagrante sempre que houver qualquer das formas de violência doméstica contra a mulher.
• À autoridade policial compete registrar o boletim de ocorrência e instaurar o inquérito policial (composto pelos depoimentos da vítima, do agressor, das testemunhas e de provas documentais e periciais), bem como remeter o inquérito policial ao Ministério Público. 
• Pode requerer ao juiz, em quarenta e oito horas, que sejam concedidas diversas medidas protetivas de urgência para a mulher em situação de violência.
• Solicita ao juiz a decretação da prisão preventiva.
O processo judicial:

• O juiz poderá conceder, no prazo de quarenta e oito horas, medidas protetivas de urgência (suspensão do porte de armas do agressor, afastamento do agressor do lar, distanciamento da vítima, dentre outras), dependendo da situação.
• O juiz do juizado de violência doméstica e familiar contra a mulher terá competência para apreciar o crime e os casos que envolverem questões de família (pensão, separação, guarda de filhos etc.).
• O Ministério Público apresentará denúncia ao juiz e poderá propor penas de três meses a três anos de detenção, cabendo ao juiz a decisão e a sentença final.

domingo, 3 de agosto de 2014



Vanessa Lima, 22 anos levou 8 facadas do ex-marido enquanto tomava banho em casa no bairro do Triângulo neste domingo. O acusado Albertino Lima, 25 anos está foragido.Vanessa foi socorrida por policiais e teve que ser transportada na carroceira de um carro 
em cima de um colchão. O serviço do Samu ainda não está funcionando em Tk.
Ela está no hospital e seu quadro é estável.


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TARAUACÁ: CRIME BÁRBARO - MARIDO 'SANGRA' ESPOSA POR CAUSA DE CIÚMES

A vítima foi socorrida por policiais militares na própria viatura da PM, já que a ambulância do SAMU no município não está em funcionamento. Policiais relatam que mesmo sem a estrutura adequada na viatura para esse tipo de atendimento ele pressionaram o ferimento até a chegada da vítima no hospital ainda com vida.No início da noite desse sábado (2) em Tarauacá, Osmir Caboclo Leão, 36 anos, assassinou com uma facada no pescoço, a esposa Rosângela Moraes Lucas, 21 anos, na Rua Antônio maroca, Bairro Senador Pompeu. 
 Atendida pelos profissionais de saúde no Hospital Doutor Sansão Gomes, que tentaram de todas as formas salvar a vítima, Rosângela não resistiu ao ferimento e morreu. Preso pela polícia, o marido alegou que a motivação do crime teria sido infidelidade por parte da esposa. O assassino agora está na delegacia a disposição do delegado.
                                              Rosângela lutando pela vida
                          Osmir Caboclo Leão sangrou a própria esposa

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Chefes de família, mulheres ainda sofrem com a violência e desigualdade no trabalho

O primeiro passo para mudar a realidade das mulheres brasileiras é esmiuçar a forma como elas vivem. É com essa proposta que a Secretaria de Políticas para as Mulheres do Governo Federal lançou o Relatório Anual Socioeconômico da Mulher (Raseam). O documento traz um diagnóstico do papel feminino em temas como família, trabalho, saúde e lazer, e busca a avaliação das políticas públicas nessas áreas, além de oferecer para a sociedade um panorama das questões relativas ao empoderamento. A partir da análise dos dados, foi possível constatar o aumento da porcentagem de mulheres que chefiam o lar e o crescente acesso à escolaridade, em detrimento de índices assustadores de violência e desigualdade de gênero no mercado de trabalho. Confira as conclusões estabelecidas nas diferentes área:
Família - O relatório mostra que a organização familiar brasileira vem se modificando. O número de famílias monoparentais, em que os filhos são criados por apenas um dos pais, está crescendo no País. No Nordeste, onde essa tendência se mostrou mais forte, 18,7% das famílias têm apenas a mulher no comando. Nas áreas urbanas brasileiras, cerca de 40% dos lares são chefiados por mulheres. O valor é expressivamente maior que nas áreas rurais, e é reflexo, entre outros fatores, da inclusão delas no mercado de trabalho e do aumento da escolaridade feminina – que ultrapassa a dos homens em quase todas as faixas etárias.
Trabalho - Quando o assunto é o universo profissional, os dados mostram que muitas mulheres em idade ativa continuam desempenhando exclusivamente atividades familiares, o que fica explícito na discrepância entre as taxas de atividade: 86,5% dos homens, entre 16 e 59 anos, participam do mercado de trabalho, enquanto esse número cai para 64% entre as mulheres. Apesar de elas terem conquistado espaço em carreiras tidas como “masculinas”, a maioria ainda trabalha em áreas que estão vinculadas aos papéis que são “atribuídos” pela sociedade, como alimentação, educação e serviços domésticos, como se o trabalho fosse uma extensão do lar.
No quesito remuneração, a desigualdade é alarmante. As mulheres com mais de 12 anos de estudo recebem, em média, 65% do salário de homens com formação igual. Apesar de qualificado, o contingente feminino precisa, muitas vezes, lidar com o preconceito e enfrentar a dupla jornada, se dividindo entre a profissão e o serviço doméstico. No Brasil, a proporção de mulheres com 16 anos ou mais que declaram realizar trabalho doméstico é de 68%, enquanto entre os homens esse número cai para 32%.
Política – A eleição de Dilma Rousseff foi importante para o empoderamento das mulheres na política, mas, apesar de constituírem 52% do eleitorado brasileiro, o acesso feminino aos cargos políticos ainda é baixo. Algumas medidas foram aprovadas em 2009 para melhorar a situação, entre elas a determinação de que os partidos devem inscrever um percentual mínimo de candidatas para as eleições legislativas. O relatório mostra que essas ações já trouxeram resultados: entre 2010 e 2012, o número de candidatas a cargos eletivos cresceu de 20,3% para 31,9%. Esse aumento não refletiu, no entanto, no percentual de mulheres eleitas. Nos cargos legislativos a participação feminina não chega a 15%.
Justiça social - No capítulo destinado à violência, uma pesquisa identificou que 13,5 milhões de mulheres já sofreram algum tipo de agressão. Dados do Poder Judiciário indicam um aumento da taxa de homicídios nos últimos anos. Entre 1990 e 2000 foram assassinadas 4,3 mulheres para cada grupo de 100 mil. Em 2010, essa taxa foi de 4,6 mortes, segundo informações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A análise feita no relatório aponta que o enfrentamento à violência contra as mulheres requer a ação conjunta dos diversos setores envolvidos com a questão como saúde, segurança pública, justiça, educação, trabalho, habitação, assistência social, entre outros.
Saúde - Passados mais de 50 anos da criação da pílula anticoncepcional, o uso dos métodos contraceptivos ainda não se tornou universal. As brasileiras mais pobres possuem dificuldades de acesso a esses métodos, e a esterilização, prática mais invasiva e definitiva, é mais comum. O uso dos contraceptivos também está relacionado à idade, uma vez que 36% das mulheres de 15 a 19 anos utilizam algum método, enquanto dos 25 aos 49 anos o número é maior que 70%. O relatório ainda destaca que o uso de preservativos é muito pequeno em relação aos outros métodos. Apenas 13% das entrevistadas são adeptas, ainda que seja o método mais seguro para proteção contra doenças sexualmente transmissíveis.

http://movimentomulher360.com.br/