segunda-feira, 22 de agosto de 2016

REMUT COMPLETA UM ANO DE RÁDIO

O Movimento Rede de Mulheres de Tarauacá-REMUT  completa um ano que iniciou o trabalho no rádio. Recebemos o primeiro convite pelo grande baluarte do rádio com sua experiência o Sr. Antonio Alves. Conhecedor do trabalho da REMUT,sugeriu que procurasse o diretor da rádio Difusora AM, Railton Rodrigues Lopes que seria de fundamental importância levar informações as mulheres  e principalmente da zona rural.Neste contexto,conseguimos com grande êxito então começou o Programa Mulheres em Sintonia que foi de grande audiência.Dias depois,recebemos o convite do nosso amigo e incentivador professor Raimundo Accioly  pela rádio Nova Era FM com o programa Mulheres e a Comunidade atualmente grande sucesso.Após alguns meses não foi possível continuar o programa na difusora,segunda informações do diretor por falta de técnicos.Então,continuamos na rádio Nova Era FM com o poio do professor Raimundo Accioly. O programa inicia todas as sexta-feiras as 08h.
                          PARABÉNS  PARA A COMUNIDADE DE TARAUACÁ  











quarta-feira, 10 de agosto de 2016

No Brasil, meninas desenvolvem autoestima e independência pelo esporte

No Brasil, meninas desenvolvem autoestima e independência pelo esporte/
  Adrielle Alexandre pratica balé no programa Uma Vitória Leva à Outra Foto: UNIC Rio

O que significa ser uma pessoa vitoriosa? Para Adrielle Alexandre, de 12 anos, que carregou a Tocha Olímpica, não significa apenas se tornar uma ginasta, mas transformar sua comunidade em um lugar livre de violência, onde as pessoas saibam respeitar umas às outras. Ela está entre as 400 meninas participantes de um programa no Rio de Janeiro que usa o esporte para criar espaços seguros onde elas consigam se tornar mulheres empoderadas.
“Eu aprendi com o esporte que precisamos nos esforçar para conquistar as coisas. Não chegamos a lugar algum se ficarmos no mesmo lugar sem fazer nada” diz Adrielle Alexandre, de 12 anos, atleta e moradora do Rio de Janeiro.

Quatro vezes por semana, depois da escola, Adrielle vai a uma Vila Olímpica no bairro de Campo Grande – um dos 22 espaços municipais que oferecem estrutura desportiva gratuita – ter aulas de ballet, ginástica rítmica e pilates. Adrielle é uma das 400 meninas entre 10 e 14 anos que fazem parte do Uma Vitória Leva à Outra, programa conjunto entre ONU Mulheres e Comitê Olímpico Internacional (COI), em parceria com a ONG Women Win e o Comitê Olímpico Brasileiro (COB), com o apoio da Loteria Sueca. Duas vezes por semana, depois do treino, Adrielle frequenta oficinas temáticas supervisionadas por uma equipe multidisciplinar de pedagogas, assistentes sociais e psicólogas, para aprender sobre liderança e autoestima, saúde e direitos sexuais e reprodutivos, violência contra meninas e mulheres e como se planejar financeiramente para o futuro. O programa pretende alcançar 2.500 meninas até o início de 2017 e já está ativo em quase 20 Vilas Olímpicas no Rio de Janeiro.
Quase 50% das agressões sexuais em todo o mundo são sofridas por meninas de até 16 anos de idade. Quando atingem a puberdade, as adolescentes são marginalizadas e hipersexualizadas pela sociedade. Durante esse período, a maneira como elas enxergam o próprio corpo passa a ser dominada por estereótipos negativos, fazendo com que a autoestima feminina caia duas vezes mais do que a masculina. Ao longo da adolescência, 49% das meninas desistem da prática esportiva – proporção 6 vezes maior de que a observadas entre meninos.
O Uma Vitória Leva à Outra usa o esporte como um meio poderoso para reduzir a desigualdade de gênero e dar às meninas ferramentas para construírem habilidades de vida e autoestima. Criar espaços seguros onde elas possam se desenvolver é um primeiro e crucial passo para engajá-las do programa. Nadine Gasman, Representante da ONU Mulheres no Brasil, explica que “o esporte melhora a autoestima, ensina a trabalhar em equipe e a estabelecer metas e objetivos na vida. Isso, combinado com espaços aonde elas se sintam seguras, as incentiva e crescer e se desenvolver cada dia mais”.
Carismática e talentosa, Adrielle Alexandre chama atenção por onde passa. Ela, em meio a tantas outras meninas, foi escolhida para carregar a Tocha Olímpica durante o revezamento deste ano. Myriam Fernandes, avó de Adrielle, é uma de suas maiores fãs. “Nó sacrificamos muito para mantê-la no esporte. Ser atleta, no Brasil, não é fácil, principalmente para quem é pobre. É por isso que nos orgulhamos tanto de tudo que ela faz. Sinto uma gratidão enorme por todas as oportunidades que ela vem recebendo”, conta a avó, orgulhosa.

Adrielle percebe os desafios e sacrifícios que ela e a família enfrentam para que continue na ginástica rítmica. “Muitas vezes preciso abrir mão de brinquedos para economizar dinheiro para comprar roupas de apresentação, pagar taxas de festivais e competições. Às vezes eu preciso deixar de fazer o que outras meninas da minha idade fazem para continuar no esporte, mas isso nunca me deixou triste. É o que eu gosto de fazer e é muito divertido”
Para Elizabeth Jatobá, facilitadora do programa, “a parte mais importante é dar a essas meninas um espaço seguro onde a voz delas possa ser ouvida. Aqui elas podem expressar o que sentem – nós as ajudamos a comunicar o que pensam, o que vivem e o que querem para a vida delas”.

Uma lição que Adrielle aprendeu com o Uma Vitória Leva à Outra é o real significado de ser uma vencedora, tanto no esporte quanto na vida: “Ser uma pessoa vitoriosa é fazer com que os seus sonhos virem realidade, ajudar os outros e se esforçar para construir uma sociedade livre de violência e onde as pessoas saibam respeitar umas às outras”.

Mulher Cidadã atende mais de 1,2 mil pessoas na Comunidade São Vicente

Mais de 1,2 mil atendimentos foram registrados nas mais diversas áreas (Foto: Val Fernandes/Secom)
Mais de 1,2 mil atendimentos foram registrados nas mais diversas áreas (Foto: Val Fernandes/Secom)

O projeto Mulher Cidadã chega a sua 12ª edição, levando atendimentos às comunidades São Vicente, Liberdade, Gregório e Mogno, localizadas na zona rural de Tarauacá. Em dois dias, sexta-feira, 5, e sábado, 6, foram registrados mais de 1,2 mil atendimentos nas mais diversas áreas.
Uma ação do governo do Acre, o projeto Mulher Cidadã é coordenado pelo gabinete da vice-governadora, Nazareth Araújo, e executado pela Secretaria de Estado de Saúde, por meio do Programa Saúde Itinerante.
Nessa edição contou com a parceria da prefeitura de Tarauacá, Secretarias de Estado de Meio Ambiente, de Políticas para Mulheres, de Extensão Agroflorestal e Produção Familiar, de Desenvolvimento Social, de Educação, Polícia Civil, Defensoria Pública, Polícia Militar e do Tribunal de Justiça do Estado do Acre.
Mais de 1,2 mil atendimentos foram registrados nas mais diversas áreas (Foto: Val Fernandes/Secom)
Nazareth  disse que o governo leva as ações a quem mais precisa (Foto: Val Fernandes/Secom)

“Para executarmos o Mulher Cidadã ouvimos o que as pessoas sentem e do que necessitam. É um orgulho para a equipe de governo levar os mais diversos tipos de atendimentos para quem mais precisa e que menos tem”, destacou Nazareth Araújo, que participou da ação na manhã deste sábado.O Mulher Cidadã tem como foco a ampliação do acesso aos serviços de saúde, incentivar o empreendedorismo local e a valorização da mulher, e promover atendimento jurídico em ação conjunta de apoio ao cidadão.

Cidadania

Depois de um dia de caminhada até o local onde estavam sendo realizados os atendimentos, Maria Dulcilene Morais e seus sete filhos não cabiam em si de alegria ao encontrarem o que precisavam num só local. “Há meses que aguardamos. Estávamos doentes e sem condições de ir à cidade. Hoje saio daqui feliz com meus filhos medicados e documentados”, contou.
A Secretaria de Estado de Políticas para as Mulheres realizou atendimento psicossocial, com orientações sobre violência doméstica. Para a gestora da instituição, Concita Maia, “o Mulher Cidadã significa uma grande conquista a causa das mulheres do Acre, que é a possibilidade de se sentir uma cidadã, tendo seus direitos assegurados enquanto mulheres”, frisou.

O que foi oferecido

A coordenadora do Saúde Itinerante, Celene Maia, frisou que quando uma ação é planejada e existe a mobilização para que a população seja beneficiada, o resultado é o sucesso da iniciativa. “Só assim conseguimos preencher os vazios assistenciais que existem nas localidades de difícil acesso do estado. Com isso, estamos promovendo o princípio de equidade”, observou.
A novidade dessa edição foram os atendimentos na área de saúde bucal. Os demais  serviços foram: clínica médica, pediatria, ginecologia e obstetrícia, geriatria, medicina da família, além de exames de ultrassonografia, preventivo de câncer de colo de útero, eletrocardiograma, exames laboratoriais do tipo bioquímicos, hematológicos, sorológicos, imunológicos, hormonais e urinálise.
O defensor público, Gerson Boaventura, falou que a Defensoria Pública cumpre seu papel em projetos como estes. “É gratificante ver pessoas com 60 anos de idade sair daqui com sua certidão de nascimento em mãos. Isso sim é uma iniciativa que leva cidadania e bem-estar para a população carente”, disse.
http://www.agencia.ac.gov.br/

Feijão e flores são destaques na feira do Novenário

Alciene diz que as flores já são importantes no orçamento das cooperadas (Foto Flaviano Schneider)
Alciene diz que as flores já são importantes no orçamento das cooperadas (Foto Flaviano Schneider)

Duas ações do governo do Acre resultaram na oferta de dois produtos que fazem sucesso na feira do Novenário de Cruzeiro do Sul: feijão e flores. A feira é parte integrante dos festejos do Novenário de Nossa Senhora da Glória, a padroeira da cidade. Tendo começado no último dia 5, a feira vai até o dia 15, quando ocorre a procissão de Nossa Senhora da Glória, o clímax da festa.
O feijão está sendo vendido pela Coopersonhos (Cooperativa Sonho de Todos) de Marechal Thaumaturgo, surgida por incentivo da Secretaria de Extensão Agroflorestal e Produção Familiar (Seaprof) e as flores pela Floricruzeiro, que teve o incentivo da Secretaria Especial de Políticas para Mulheres e Secretaria de Estado de Pequenos Negócios.

Feijão

Firmino garante que Marechal Thaumaturgo é o município que mais produz feijão no Juruá (Foto: Flaviano Schneider)
Firmino garante que Marechal Thaumaturgo é
 o município que mais produz feijão no Juruá
 (Foto: Flaviano Schneider)

O próprio presidente da Coopersonhos, Altemir Firmino, veio a Cruzeiro do Sul para divulgar seu produto. ‘É uma experiência nova; pela primeira vez estamos divulgando nosso produto. Queremos mostrar nossa marca em Cruzeiro do Sul e buscar mercado”, disse.
Firmino garante que Marechal Thaumaturgo é o município que mais produz feijão na região do Juruá e tem excedente para exportação. Além da quantidade, ele destaca a variedade. Oficialmente são 14 espécies cultivadas no município, mas ele diz que existem pesquisas que apontam o cultivo de 22 espécies.  
Na feira do Novenário, porém, há em oferta apenas duas espécies: o mudubim e o peruano. Isto porque a maior parte das espécies é de feijão de praia e agora está fora do período de safra. O feijão está sendo comercializado a R$ 10,00 o quilo. Segundo Firmino, o preço do feijão está estimulando os produtores e expectativa é de que as safras tendam a crescer.   

Flores

As floricultoras já trabalham com 50 espécies (Foto: Flaviano Schneider)

A  Floricruzeiro surgiu no ano passado quando seis mulheres que cultivavam flores em seus quintais se juntaram. Hoje elas fornecem mudas e flores em vasos e já trabalham com cerca de 50 espécies. Segundo Alciene do Nascimento, uma das cooperadas, embora hoje os cultivos sejam individuais, a cooperativa já tem um terreno no Igarapé da Onça, onde está sendo construída uma estufa.
Ela explica que desde a formação a cooperativa tem participado de todas as feiras para as quais recebe convites. “Ainda não dá para viver só de flores, mas elas já são um reforço no nosso orçamento”, analisou.

Educandos de Tarauacá e Feijó cumprem estágio em Rio Branco

No Acre, por meio do IDM o Pronatec está presente nos 22 municípios (Foto: Assessoria IDM) 
No Acre, por meio do IDM, o Pronatec 
está presente nos 22 municípios 
(Foto: Assessoria IDM)
Um grupo de 20 alunos de Tarauacá e outro de nove de Feijó do curso Técnico em Enfermagem estão em Rio Branco há mais de uma semana, cumprindo estágio na área de urgência e emergência.
Coordenado pelo Instituto Dom Moacyr (IDM), por intermédio da Escola Técnica em Saúde Maria Moreira da Rocha, o curso é oferecido pelo Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), criado pelo governo federal, em 2011, com o objetivo de ampliar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica. No Acre, o Pronatec está presente nos 22 municípios.
Antônio Viana, um dos educandos que já trabalha no ramo da saúde em uma farmácia, conta um pouco de sua experiência. “Fazer este curso está sendo uma experiência única e diferente. Sabemos que a realidade do nosso município é diferente da capital, mas com essa oportunidade posso aprimorar meus conhecimentos e usá-los na minha cidade a favor da população”, ressalta.
Já que alguns municípios não possuem setor de emergência para o estágio, o IDM trouxe os alunos para Rio Branco de ônibus, garantindo todo o auxílio de alimentação e estadia.
Os estágios são realizados durante a manhã, tarde e noite, em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde, Fundação Hospitalar, Huerb e Santa Juliana.
“A questão do compromisso e da seriedade naquilo que se faz não é pouco. Agradecemos aos que estão aqui e por confiaram na nossa instituição, pois buscam vencer, e hoje concluem a reta final com êxito”, destacou a diretora-presidente do IDM, Rita Paro.
Contemplando até os municípios de difícil acesso, semana que vem será a vez de o IDM trazer os 23 educandos do curso Técnico em Enfermagem de Jordão, que irão enfrentar uma viagem de três dias de barco descendo o rio até chegar a Tarauacá e seguir para Rio Branco.
Os educandos irão exercer a mesma atividade de estágio nos hospitais, para que possam cumprir a carga horária de Centro Cirúrgico e UTI, que faz parte da grade curricular do Curso Técnico.
http://www.agencia.ac.gov.br/

Declaração de Phumzile Mlambo-Ngcuka, diretora executiva da ONU Mulheres, pelo Dia Internacional dos Povos Indígenas do Mundo.

Declaração de Phumzile Mlambo Ngcuka, diretora executiva da ONU Mulheres, pelo Dia Internacional dos Povos Indígenas do Mundo/
“Mulheres indígenas têm lutado pelo pleno reconhecimento dos seus direitos e contam com o nosso respaldo nessa luta”, destaca diretora executiva da ONU Mulheres
Foto: ONU Mulheres/Bruno Spada

A ONU Mulheres se soma com orgulho aos povos indígenas de todo o planeta na celebração do Dia Internacional dos Povos Indígenas do Mundo. As mulheres indígenas têm lutado pelo pleno reconhecimento dos seus direitos e contam com o nosso respaldo nessa luta. Pese as ameaças constantes à sua segurança, às terras ancestrais e ao meio ambiente de que dependem, as mulheres indígenas se esforçam a alcançar um equilíbrio entre o seu papel de líderes, produtoras e transmissoras de conhecimentos e culturas indígenas.
O tema deste ano, Povos Indígenas e Direito à Educação, é oportuno e congruente com a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, que se propõe a elevar o nível da educação das mulheres e meninas indígenas. Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável número 4 e 5 oferecem oportunidades para dar maior sentido e eficácia ao compromisso com a educação das mulheres e meninas indígenas. A igualdade de gênero somente será efetiva quando garantirmos o acesso igualitário – que compreenda os povos indígenas – em todos os níveis da educação e da capacitação profissional.
É preciso eliminar as barreiras sistêmicas à educação, tais como a expectativa de que as meninas se casem e tenham filhas e filhos antes de chegar à idade adutal, a preferência pelos meninos no momento de decidir quem deve ir à escola, o risco de violência física e sexual, e as políticas discriminatórias e práticas pedagógicas que impeçam as meninas de fazer valer a própria cultura na escola.
A educação formal, a não formal e a informal são meios muito importantes para fomentar a capacidade das mulheres indígenas de desenvolver todo o seu potencial. O conhecimento do rico acervo histórico, a cultural, os idiomas e as práticas agrícolas dos povos indígenas proveem uma preparação essencial para a vida, que lhes permite sustentar e enriquecer a sua identidade singular. Também deve-se promover a educação formal para que as meninas e mulheres indígenas possam participar efetivamente em todos os âmbitos da atividade social, econômica e política. No entanto, lamentavelmente, os elevados índices de analfabetismo entre as mulheres indígenas testemunham os padrões históricos de discriminação e exclusão.
A celebração de hoje é uma oportunidade e levar para a prática as recomendações do relatório de 2009 sobre Lições Aprendidas e Desafios para Alcançar a Aplicação do Direito dos Povos Indígenas à Educação, apresentado pelo Mecanismo de Expertas e Expertos sobre os Direitos dos Povos Indígenas ao Conselho de Direitos Humanos. A ONU Mulheres tem a convicção de que a integração das perspectivas dos povos indígenas aos planos de estudo, a melhoria da infraestrutura, em particular, das aldeias indígenas, a incorporação de escolas móveis para as comunidades nômades, assim como a ampliação do ensino bilíngue e dos programas de bolas para meninas repercutirão favoravelmente sobre a capacidade delas se matricularem e terminarem um ciclo educativo completo de modo a alcançar os níveis superiores.
O programa conjunto da ONU Mulheres, Unesco e UNFPA parte de enfoques intersetoriais e se ocupa da interface entre a educação, a saúde e a igualdade de gênero, com visitar a empoderar as adolescentes e as mulheres jovens. Esperamos que essas iniciativas sejam valiosas para mulheres e meninas indígenas, trabalhando com elas em cada etapa do desenho, da implementação e do monitoramento para que suas vozes sejam ouvidas e para que ninguém fique para trás.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

25 de Julho- 25 de julho: Dia Internacional da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha A data é um marco internacional da luta e resistência da mulher negra contra a opressão de gênero, o racismo e a exploração de classe

A data é um marco internacional da luta e resistência da mulher negra contra a opressão de gênero
A data é um marco internacional da luta e resistência da mulher negra contra a opressão de gênero

A data é um marco internacional da luta e resistência da mulher negra contra a opressão de gênero, o racismo e a exploração de classe. Foi instituída, em 1992, no I Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-Caribenhas, para dar visibilidade e reconhecimento a presença e a luta das mulheres negras nesse continente.